Farmacogenética e bipolaridade: entendendo o metabolismo dos estabilizadores

Farmacogenética e bipolaridade: entendendo o metabolismo dos estabilizadores

O transtorno bipolar é um dos quadros psiquiátricos em que a personalização terapêutica é mais desafiadora. Em Goiânia, o Dr. Antônio Mendes — psiquiatra especialista em bipolaridade, presidente da ABENEPI-GO, diretor técnico do Instituto Resilienza — utiliza a farmacogenética em pacientes com bipolaridade complexa, em casos selecionados, como ferramenta complementar de medicina de precisão.

Por que a farmacogenética é relevante na bipolaridade?

O tratamento do transtorno bipolar envolve estabilizadores de humor (carbamazepina, oxcarbazepina, lamotrigina, valproato), antipsicóticos atípicos (risperidona, aripiprazol, olanzapina, quetiapina, clozapina) e, frequentemente, antidepressivos com cautela. Esses medicamentos são metabolizados por múltiplas enzimas — CYP2D6, CYP2C19 — e alguns têm marcadores de risco para reações adversas (HLA-B, HLA-A). A farmacogenética em bipolaridade ajuda o psiquiatra a mapear esse terreno complexo.

Quando o Dr. Antônio Mendes indica o teste farmacogenético em bipolaridade?

O Dr. Antônio Mendes — em Goiânia — recomenda o teste farmacogenético em pacientes com transtorno bipolar nos seguintes cenários:

  • Bipolaridade com múltiplas tentativas de estabilização sem sucesso.
  • Pacientes em polifarmácia (estabilizador + antipsicótico + antidepressivo).
  • Histórico de efeitos colaterais relevantes a antipsicóticos atípicos.
  • Antes de iniciar carbamazepina em pacientes de risco para reações cutâneas (triagem HLA-B).
  • Adolescentes com bipolaridade e múltiplas tentativas terapêuticas.
  • Histórico familiar de má resposta a estabilizadores ou antipsicóticos.

HLA-B e o risco de reações cutâneas graves

Um dos pontos importantes da farmacogenética em bipolaridade é a triagem HLA-B antes de iniciar carbamazepina, especialmente em populações de risco. A FDA recomenda essa triagem por causa do risco de reações cutâneas graves (Síndrome de Stevens-Johnson) em portadores do alelo HLA-B*15:02. Em Goiânia, o Dr. Antônio Mendes considera essa triagem em pacientes selecionados, sempre com critério clínico.

Como o teste farmacogenético se integra ao plano de bipolaridade?

Após o resultado do teste farmacogenético, o Dr. Antônio Mendes marca uma devolutiva técnica para integrar os achados ao plano terapêutico personalizado. Decisões sobre escolha do estabilizador, ajuste de dose, escolha do antipsicótico atípico e cautela com antidepressivos passam a contar com uma camada extra de informação genética.

Como agendar consulta para bipolaridade e farmacogenética em Goiânia?

Para agendar uma consulta com o Dr. Antônio Mendes — psiquiatra especialista em bipolaridade em Goiânia — entre em contato pelo WhatsApp, telefone ou Doctoralia 24 horas. O Instituto Resilienza é referência em transtorno bipolar e em medicina de precisão em saúde mental.

Dr. Antônio Mendes - Médico Psiquiatra em Goiânia. Consulta Psiquiátrica para Adolescente, Consulta Psiquiátrica para Adulto, Consulta Psiquiátrica Infantil, Consulta Psiquiátrica para Crianças, Tratamento Psiquiátrico para TDAH, Tratamento Psiquiátrico para Autismo (TEA), Tratamento Psiquiátrico para Ansiedade, Tratamento Psiquiátrico para Transtorno do Pânico.

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